É importante fazer uma crónica desta Maratona do Porto . A maratona não correu conforme o planeamento, mas atendendo às circunstâncias em que decorreu, se calhar posso dizer que não correu assim tão mal. O homem da marreta chegou muito antes daquilo que estava previsto, em vez de chegar já depois dos trinta quilómetros, chegou com três dias de antecedência em forma de gripe. Aquela sensação de ter sido atropelado por um camião? já a tinha desde quinta-feira. Claro que sabia que não ia ser uma maratona como tinha planeado, mas nunca me passou pela cabeça não a correr. E lá me apresentei à partida. Tomei, com um pequeno-almoço atípico, um aspegic para combater a febre, a dor de cabeça e o mal-estar geral e sai para a corrida. Antes ainda fui beber, numa qualquer pastelaria que estava ali por Matosinhos aberta, um café horrível e fantasticamente caro. A corrida lá começou e sabendo das minhas limitações optei por não levar o relógio e ir atento aos sinais de esforço do corpo. Com a ...
“It’s all to do with the training: you can do a lot if you’re properly trained.” – Queen Elizabeth II Os treinos não andam a correr da melhor forma. Assim fico com a sensação de não chegar lá, não haver tempo para chegar lá. Mas ainda há tempo para corrigir isso. Vamos lá.
A coisa vai doer um pouco mais, mas os objectivos mantêm-se: chegar ao fim. E vai doer mais um pouco porque já "faltei" a alguns treinos, dois dos quais longos. Nada de dramático, até porque a parte mental está preparada, a parte física vai ficando aos poucos. O pior é a logística que ainda não está completamente preparada, há uns aspectos importantes na viagem que ainda não estão definidos, isto de a corrida começar às 4h da manhã não me parece muito bem, mas certamente que deve haver um motivo qualquer para ser assim. Até lá vai crescendo este nervoso miudinho, estas borboletas na barriga. Dia 19 há este electrocardiograma para fazer. Até lá, boas corridas.
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